
Então estão reunidos as maiores autoridades em crises no globo em Copenhaghen, para discutir os rumos do aquecimento global. Vou logo dizendo a matriz energética Estadounidense é o petróleo, toda a sua economia gira em torno do combustível fóssil o qual está se esgotando. Evidentemente que fazer uma guerra, fictícia do ponto de vista do que eles pretendiam achar lá e não acharam... lá pros lados da arábia, alegando qualquer coisa pro povo engolir, uma desculpa qualquer... tomar o que eles mais precisam que é o petróleo e o resto o que vier é lucro, sai mais barato que substituir a matriz energética do país. Gasta-se bilhões em armamentos e custo de operações, e perdas de vida...talvez eles nem achem os iraquianos humanos. Então voces acham que depois de tudo isso os americanos vão pensar em aquecimento global. Tá todo mundo sonhando que isso vai ser moleza, o Brasil que tem tantas alternativas geradoras de energia limpa e por muito pouco não precisaria se quer de petróleo o que vai fazer do présal se parar de vender petróleo. Enfia na gaveta dos brasileiros...pra não dizer outra coisa. O Lula quer ser presidente da Petrobrás minha gente. Sem falar na China que depende do carvão mineral, petróleo e gáz para gerar energía, com a maior popupalação do mundo com 1,33 bilhão de habitante tem enorme responsabilidade na questão do aquecimento global, verificamos diariamente nos noticiários que a China enfrenta graves problemas de poluição ambiental segue em ritimo acelerado inverso ao crescimento econômico está a falta de controle sobre os poluentes lançados na atmosfera, realmente uma vergonha. Quando as autoridades decidirem tudo o mundo terá acabado. O povo vai morrer de fome, vai faltar água pro povo tomar, as florestas vão virar pó, as geleiras terão desaparecido e os marcianos virão a Terra reinvindicar o planeta pra eles...não duvidem disso. 2012 já está aí.
Resumo: O Conselho de Segurança das Nações Unidas é um órgão das Nações Unidas com responsabilidades sobre a segurança mundial. O órgão tem o poder de autorizar uma intervenção militar em algum país. Todos os conflitos e crises políticas do mundo são tratados pelo conselho, para que haja intervenções militares ou missões de paz.
O Conselho de Segurança é composto por 15 membros, sendo 5 membros permanentes: os Estados Unidos, a França, o Reino Unido, a Rússia e a República Popular da China, sendo que cada um destes membros tem direito de veto. Os outros 10 membros são rotativos e têm mandatos de 2 anos.
Uma resolução do Conselho de Segurança é aprovada se tiver maioria de 9 dos quinze membros, inclusive os cinco membros permanentes. Um voto negativo de um membro permanente configura um veto à resolução. A abstenção de um membro permanente não configura veto.
Ao estudar a inserção internacional do Brasil nos anos
40, Gerson Moura, respeitado diplomata, distinguiu um
movimento pendular na percepção brasileira do sistema
internacional. Quando escreveu “ Sucessos e Ilusões: Re-
lações Internacionais do Brasil durante e após a II Guerra
Mundial”, identificou que dirigentes brasileiros hiper-
dimensionavam as possibilidades da presença brasileira no
mundo e o resultado era o discurso grandioso e a atuação
pífia. Por outro lado, os mesmos dirigentes simplesmente
ignoravam oportunidades de ação e, como conseqüência,
não obtinham resultados esperados da política externa.
No atual governo, a ilusão decorrente de um discurso
arrebatador, acompanhada de uma desconexão com a
realidade e de uma dispersão sobre os temas que realmen-
te interessam ao País para definir sua posição no sistema
internacional, parece estar de volta. Recentes afirmações
oficiais de representantes do serviço de relações exterio-
res do Brasil têm apontado para “ uma mudança na
geografia do poder mundial” na qual o Brasil deverá
ocupar lugar de destaque.
A adoção de uma política externa de orientação
universalizante, de parcerias não excludentes, não tem
nada de equivocada. Mas a coerência termina por aí. A
priorização de uma “ agenda sul-sul” se impôs sobre um
tratamento equilibrado entre os interesses do Brasil em
todo o mundo. O país trata a China como parceira estra-
tégica, embora os chineses não tenham feito o mesmo.
Reconhece a economia chinesa como economia de merca-
do, embora não tenha garantido nada concreto em troca.
Busca de qualquer maneira um acordo comercial com a
Í ndia, embora haja poucas oportunidades claras de negó-
cios identificados. Festeja uma parceria com a Rússia que
ainda carece de consistência. O governo faz visitas a
países africanos de pouca relevância, chegando ao ponto
de perdoar dívidas de regimes autoritários. Tudo isso
para, entre outros objetivos difíceis de mensurar, buscar
apoio de parte da comunidade internacional para uma
eventual cadeira permanente no Conselho de Segurança
da ONU. Para quê?
A idéia de reforma do Conselho de Segurança da ONU
ressurgiu com força após o fim da Guerra Fria. Desde o
fim da Guerra do Golfo, em 1991, o tema tem sido
levantado em diferentes fóruns e por diferentes lideranças
internacionais. É um debate sem sentido prático. Para
começar, se os Estados Unidos da América não se envol-
verem e liderarem o processo de reforma, ele simples-
mente não acontecerá. São alguns bilhões de dólares que
dão certa importância à ONU e garantem sua capacidade
de ação. Um quarto dos recursos vem dos EUA. Se eles
não querem tratar do assunto, melhor esquecer. Mas,
imaginando que houvesse algum interesse real das gran-
des nações em modificar o Conselho, que Alemanha,
Japão e Í ndia decidissem fazer parte dele e apoiar o Brasil,
qual seria a vantagem de ser membro permanente? Além
do discurso retumbante e da idéia fictícia do aumento do
status e de poder, o Brasil só tem a perder com tal esforço.
Fazer parte do Conselho de Segurança implica tomar
decisões políticas complicadas. Adoção de sanções e
autorização de intervenções militares são atribuições do
Conselho. A tradição não-intervencionista, low-profile e
negociadora do Brasil nas tensões que marcaram o mundo
nos últimos 50 anos teria de mudar. Será que vale a pena?
Fazer parte do Conselho também implica gastos maiores
para a manutenção de forças de paz e de recursos para a
própria manutenção da burocracia da ONU. Será que a
sociedade brasileira está preparada para viabilizar os
poucos recursos disponíveis para tal empreitada? Final-
mente, fazer parte do Conselho significa assumir uma
liderança latino-americana que não possui imediata acei-
tação em muitos países da América Latina. México e
Argentina certamente não se veriam confortáveis repre-
sentados pelo Brasil em eventual novo Conselho.
Tem-se gastado muito tempo e energia com o debate
sobre a reforma do Conselho de Segurança da ONU. Os
artífices da política exterior do Brasil estão se perdendo
mais uma vez, hiperdimensionando as possibilidades de
uma hipotética mudança que não deverá acontecer tão
cedo e, mesmo que aconteça um dia, não dará à ONU
maior importância ou poder do que tem hoje. Falta a este
governo o pragmatismo que já sobrou a outros em matéria
de política exterior. Aquele que faz da política externa
verdadeiro instrumento do desenvolvimento, que busca
alianças com os fortes e batalha verdadeiramente pelo
acesso aos grandes mercados.
Artigo Extraido de: Christian Lohbauer, Doutor em Ciência Política pela USP, é membro do Grupo de Análise de
Conjuntura Internacional GACINT/USP. E-mail: clohbauer@fiesp.org.br
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